Hoje, numa terça-feira, logo após ter feito o primeiro post desse blog
resolvi contar o meu domingo, que foi diferente, divertido, desgastante e... delicioso?
Levantei eram 8:30 da manhã, digo levantei, porque eu não dormi naquela noite, não me pergunte o motivo,
e liguei o computador. Tomei café-da-manhã, imprimi algumas letras de musicas que eu tinha me esquecido de imprimir no sabado, e organizei na minha pasta de musicas.
Vegetei no computador até as 9:30, quando o Di (Daniel) meu colega, me ligou avisando que passaria aqui as 10 para irmos até o Clube Harmonia.
Me arrumei e desci, quando desci ele já estava me esperando. Fomos de carro até lá, ouvindo Babado Novo a todo volume, e andando a 130km/h em curvas :D
Logo que chegamos encontramos nossos colegas, Tayná, Anna Clara, Sibeli, Michel, André e um primo do André, que não faz parte dos colegas, o Cristian (?).
Bom, era passado das 10, e nós iamos comer churrasco, e o fogo nem tava pronto ainda, ai fomos lá fazer o fogo, detalhe, o unico que tinha uma certa noção de como fazer o fogo era o Di, e ninguem escutava ele UASHAUSHAHAUSH.
Ao fim, eu e o Di colocamos fogo no carvão, mas esquecemos de mecher, ai o fogo ficou escondido. Bom, a diversão de fazer almoços só com gurizada, é de errar e aprender, mas, nossas queridas colegas, com medo de comerem mal, foram pedir ajuda a um senhor. Bom, a unica coisa que ele fez, foi botar mais carvão e bagunçar tudo, pronto, fogo feito, como se nós não pudessemos fazer isso ¬¬.
Carnes espetadas, posicionadas na churrasqueira, era hora de deixar o fogo fazer seu trabalho, e começar a cantoria. Nisso, chegam mais pessoas, primeiro João Augusto, depois Bruna e Luísa, mais tarde chegam Larissa, Tamara Y. e Ludmila, e por fim Willian, Bernardo e Débora. Pobre da Débora, acreditou no Will e no Bernardo, e correu uma ladeira, na qual ela se espatifou e ralou o joelho, tendo que ir embora logo, e junto com ela, foram a Tamara e a Ludmila, por motivos desconhecidos.
Cantamos, conversamos e avisamos o Michel pra passar protetor solar senão ele ia se queimar, já que devido ao calor ele resolveu mostrar seu corpo, despindo-se de sua camisa, e então o almoço ficou pronto. Muito prestativos, Bernardo, André e Michel montaram os pães-com-linguiça e serviram pra todos.
Depois de comer e beber nossos refrigerantes (bem que podia ter uma cassaxinha de leve la), continuamos a conversar, e voltamos a cantar, dessa vez, o Willian me ajudou, tocando as mais conhecidas, enquanto eu tocava o rock nacional.
Terminada a cantoria, começamos uma brincadeira super divertida, era uma especie de "verdade ou consequencia", mas sem consequencia, só com verdade. Quem não tava lá, não tem noção do quanto era chata aquela brincadeira, mas tudo bem.
Depois que todos notaram tamanha chatisse da brincadeira, limpamos toda a sujeira e descemos para a piscina, da qual eu e a Larissa ficamos de fora, por não termos levado dinheiro para entrar na piscina, e a Lari por pensar que ninguem fosse querer entrar na piscina, não ter levado biquini, então ela ficou umas 2h ligando pra mãe dela, sem que ninguem atendesse, e quando retornaram a ligação disseram que estavam dormindo (hihihi), então a Lari pediu para que seu pai levasse suas roupas de banho e dinheiro.
Nesse meio tempo, as pessoas que estavam na piscina sairam zilhões de vezes e foram sentar conosco, porque onde eu estava era mais legal :D.. e também nesse tempo, uma pessoa muito querida chegou no recinto. Com uma surpresa imensa, vejo a Greta, chegando na piscina e penso "puta que pariu, até aqui encontro ela".
Logo o pai dela chegou, e ela me emprestou alguns reais, os outros reais eu peguei do Di. Entramos na piscina e TCHÊ, OLHA PRA MINHA CARA DE QUEM GOSTA DE PISCINA COM ÁGUA QUENTE!!! Fiquei um tempo conversando com a Greta na piscina, e depois fui me divertir com meus colegas.
Eu e o bernardo nadamos de ponta a ponta da piscina, pelo comprimento e pela largura dela, e digo uma coisa, TCHÊ, QUE NEGOCIO CANSATIVO!!! Depois de nadarmos, voltamos às churrasqueiras, onde havia mais comida a nossa espera, e depois mais piscina.
Então a piscina fechou e ficamos pensando "aaah que droga, acabou o dia, o que vamos fazer agora??". Eis que surge minha "genial" ideia: "POR QUE NÃO VAMOS PRA CASA APÉ?!?!?!?!?!", confesso, eu falei brincando, mas depois todos aceitaram a ideia, então não pude voltar atrás com o que eu tinha dito :P
Cara, vocês não tem noção do quanto foi legal aquele domingo, Lamento por quem não pode ir, e quem pode, concorda comigo, foi foda. Mas é isso ai, espero logo ter outro dia desses.
Abraços pra quem viveu esse dia :D
por João Vitor G. Paes
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Primeiro post do Blog
Pois é, aqui quem vos vem falar sou eu, John/Ariti/Polaco/João sei la como você me conhece, SE você me conhece :)
Não sei muito bem como dizer-lhes o que penso, nem sei dizer se estou pensando em algo, mas uma duvida pressiona meu cerebro, e me da vontade de ir atrás da resposta pra essa duvida. É dito numa musica dos Engenheiros do Hawaii, "Mas afinal o que é Rock n' Roll, os oculos do John ou o olhar do Paul?" (O Papa é pop), pois bem, vocês devem concordar comigo, um oculos, é um objeto, um adereço ao rosto das pessoas, e como algo físico, é facil de ser lembrado, e de marcar como lembrança de alguem, mas agora eu me pergunto, o que era esse olhar do Paul, quer dizer, um olhar tem que ser muito profundo para que marque aquela pessoa, e eu penso, qual a sensação de receber um "olhar do Paul"? Como era esse olhar? O que fez desse olhar tão marcante, a ponto de "ser" Rock n' Roll?
Agradeço a quem ler
Por Joâo Vitor G. Paes
-keep rockin'
Não sei muito bem como dizer-lhes o que penso, nem sei dizer se estou pensando em algo, mas uma duvida pressiona meu cerebro, e me da vontade de ir atrás da resposta pra essa duvida. É dito numa musica dos Engenheiros do Hawaii, "Mas afinal o que é Rock n' Roll, os oculos do John ou o olhar do Paul?" (O Papa é pop), pois bem, vocês devem concordar comigo, um oculos, é um objeto, um adereço ao rosto das pessoas, e como algo físico, é facil de ser lembrado, e de marcar como lembrança de alguem, mas agora eu me pergunto, o que era esse olhar do Paul, quer dizer, um olhar tem que ser muito profundo para que marque aquela pessoa, e eu penso, qual a sensação de receber um "olhar do Paul"? Como era esse olhar? O que fez desse olhar tão marcante, a ponto de "ser" Rock n' Roll?
Agradeço a quem ler
Por Joâo Vitor G. Paes
-keep rockin'
Assinar:
Comentários (Atom)